Os pássaros cantam à luz do alvorecer
Se rejubilam com o nascimento de mais um dia
Todo dia é cantar, é festa
Todo dia é sublime alegria
O vergel recebe toda família
Que vive junta, a gorjear
Ali existem frutas, goiabeiras
Nas quais ela pode se saciar
E eu em meio à passarada, observo
Em minha simples, mas florida casa
Onde a natureza descansa tranqüila
E gostosamente, o tempo passa
Depois de farta refeição
Feita por mãos que eu amo
Eu me deito e me deleito ao ler a vida
Livro Sem Fim, assim o chamo
Recebo os amigos em casa
Para papos de todo agradáveis
Eles respeitam minha palavra
E sempre foram muito amáveis
Afagos carinhosos recebo e entrego
Faço elogios sinceros aos amigos
Amigos que eu tanto quero perto
Nunca quero nem posso perdê-los
O dia passa envolto em ternura
E como se não bastasse, o cheiro do jasmim
Penetra por toda a casa
Ah, como amo dias assim!
Ao findar do dia contemplo
Fortemente colorido arrebol
Que me traz toda a beleza
Que é possível tirar da luz do sol
Meus dias são de muito prazer
Mas não tanto quanto as minhas noites
É tão lindo ver as constelações de estrelas
De faces sempre risonhas e cintilantes!
Com o belíssimo céu que se estampa
Me inspiro a profundas elucubrações
Vou à escrivaninha e ponho a termo
Perfeitas teorias sobre as almas e os corações
E banhado pela luz da lua
Poetizo, cheio de emoções
Canto os céus, os mares, as pessoas
Exponho com graça todas as sensações
E na alacridade costumeira
Escrevo tudo que minha alma diz
E ponho no papel como é minha vida
Fagueira, agradável, muito feliz!
(Este poema não se adequa perfeitamente à realidade. Aqui em casa nem tem jasmim...)
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
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ainda bem que não se adequa à realidade.
ResponderExcluira realidade já tá aí, vamos além também.