Eu queria ser uma pomba
Que viveria cantando
E comendo cisquinhos
E pelos ares voando
Um dia eu iria encontrar
Um outro passarinho
Nós íamos nos amar
E faríamos um ninho
Felizes íamos fazer
Pombinhas nascerem
E tudo iríamos ensinar a elas
Para elas viverem
Até que um dia ia acontecer
De um gato mal entrar em nossa vida
Destruir o nosso ninho
E nos fazer de comida
Muito sangue
Muita tristeza
Muita dor
Mas só podemos
Continuar cantando:
Amor, amor!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Poema Feliz
Os pássaros cantam à luz do alvorecer
Se rejubilam com o nascimento de mais um dia
Todo dia é cantar, é festa
Todo dia é sublime alegria
O vergel recebe toda família
Que vive junta, a gorjear
Ali existem frutas, goiabeiras
Nas quais ela pode se saciar
E eu em meio à passarada, observo
Em minha simples, mas florida casa
Onde a natureza descansa tranqüila
E gostosamente, o tempo passa
Depois de farta refeição
Feita por mãos que eu amo
Eu me deito e me deleito ao ler a vida
Livro Sem Fim, assim o chamo
Recebo os amigos em casa
Para papos de todo agradáveis
Eles respeitam minha palavra
E sempre foram muito amáveis
Afagos carinhosos recebo e entrego
Faço elogios sinceros aos amigos
Amigos que eu tanto quero perto
Nunca quero nem posso perdê-los
O dia passa envolto em ternura
E como se não bastasse, o cheiro do jasmim
Penetra por toda a casa
Ah, como amo dias assim!
Ao findar do dia contemplo
Fortemente colorido arrebol
Que me traz toda a beleza
Que é possível tirar da luz do sol
Meus dias são de muito prazer
Mas não tanto quanto as minhas noites
É tão lindo ver as constelações de estrelas
De faces sempre risonhas e cintilantes!
Com o belíssimo céu que se estampa
Me inspiro a profundas elucubrações
Vou à escrivaninha e ponho a termo
Perfeitas teorias sobre as almas e os corações
E banhado pela luz da lua
Poetizo, cheio de emoções
Canto os céus, os mares, as pessoas
Exponho com graça todas as sensações
E na alacridade costumeira
Escrevo tudo que minha alma diz
E ponho no papel como é minha vida
Fagueira, agradável, muito feliz!
(Este poema não se adequa perfeitamente à realidade. Aqui em casa nem tem jasmim...)
Se rejubilam com o nascimento de mais um dia
Todo dia é cantar, é festa
Todo dia é sublime alegria
O vergel recebe toda família
Que vive junta, a gorjear
Ali existem frutas, goiabeiras
Nas quais ela pode se saciar
E eu em meio à passarada, observo
Em minha simples, mas florida casa
Onde a natureza descansa tranqüila
E gostosamente, o tempo passa
Depois de farta refeição
Feita por mãos que eu amo
Eu me deito e me deleito ao ler a vida
Livro Sem Fim, assim o chamo
Recebo os amigos em casa
Para papos de todo agradáveis
Eles respeitam minha palavra
E sempre foram muito amáveis
Afagos carinhosos recebo e entrego
Faço elogios sinceros aos amigos
Amigos que eu tanto quero perto
Nunca quero nem posso perdê-los
O dia passa envolto em ternura
E como se não bastasse, o cheiro do jasmim
Penetra por toda a casa
Ah, como amo dias assim!
Ao findar do dia contemplo
Fortemente colorido arrebol
Que me traz toda a beleza
Que é possível tirar da luz do sol
Meus dias são de muito prazer
Mas não tanto quanto as minhas noites
É tão lindo ver as constelações de estrelas
De faces sempre risonhas e cintilantes!
Com o belíssimo céu que se estampa
Me inspiro a profundas elucubrações
Vou à escrivaninha e ponho a termo
Perfeitas teorias sobre as almas e os corações
E banhado pela luz da lua
Poetizo, cheio de emoções
Canto os céus, os mares, as pessoas
Exponho com graça todas as sensações
E na alacridade costumeira
Escrevo tudo que minha alma diz
E ponho no papel como é minha vida
Fagueira, agradável, muito feliz!
(Este poema não se adequa perfeitamente à realidade. Aqui em casa nem tem jasmim...)
Um Mundo Feliz
Eu imagino um mundo
Em que a vida seja bela
E todos sejam felizes
Eu, você, ele, ela
Não haveria problemas
E os sonhos seriam realizados
A vida seria amar; confortarmos
E sermos confortados
Tudo seria cor-de-rosa
E andaríamos sobre as nuvens
E seriam todos irmãos
Pessoas de todas as origens
A lua, terna amiga
Toda noite ia brilhar
E o sol ia queimar mais brando
Mas esquentaria a todo lugar
Não seria preciso
De nada para comer
Tudo que se fizesse
Seria por simples prazer
Todos poetizariam
Todos com bela voz cantariam
Seria arte para todos os lados
E todos participariam
E se um quisesse parar
Para contemplar o horizonte
E simplesmente se ausentar
Longe de todos, num monte
Todos concordariam
E não achariam ruim
Pois qualquer decisão seria boa
As coisas seriam assim
Não seriam necessárias leis
Para conter a população
Tudo que se fizesse daria certo
Toda seria uma boa ação
Não existiria maldade
Não precisaria perdão
Não haveria ofensas
Nem também aflição
É assim que eu imagino
Um mundo um tanto perfeito
Onde somente a alegria e o amor
Encheriam todos os dias o meu peito
Em que a vida seja bela
E todos sejam felizes
Eu, você, ele, ela
Não haveria problemas
E os sonhos seriam realizados
A vida seria amar; confortarmos
E sermos confortados
Tudo seria cor-de-rosa
E andaríamos sobre as nuvens
E seriam todos irmãos
Pessoas de todas as origens
A lua, terna amiga
Toda noite ia brilhar
E o sol ia queimar mais brando
Mas esquentaria a todo lugar
Não seria preciso
De nada para comer
Tudo que se fizesse
Seria por simples prazer
Todos poetizariam
Todos com bela voz cantariam
Seria arte para todos os lados
E todos participariam
E se um quisesse parar
Para contemplar o horizonte
E simplesmente se ausentar
Longe de todos, num monte
Todos concordariam
E não achariam ruim
Pois qualquer decisão seria boa
As coisas seriam assim
Não seriam necessárias leis
Para conter a população
Tudo que se fizesse daria certo
Toda seria uma boa ação
Não existiria maldade
Não precisaria perdão
Não haveria ofensas
Nem também aflição
É assim que eu imagino
Um mundo um tanto perfeito
Onde somente a alegria e o amor
Encheriam todos os dias o meu peito
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A Felicidade
A felicidade talvez esteja
Bem no fundo do mar
Num baú bem trancado
De um navio naufragado
Que os peixes estão a guardar
Digam-me, oh peixinhos
Onde poderei encontrar
Este navio e seus tesouros
Mais valiosos que ouros
Para eu me felicitar?
A felicidade pode estar
No meio de uma floresta
E um grupo de bichos a esconde
E na mata a revelam, onde
Cantam hinos, fazem festa
Contem-me, oh bichinhos
Que rincão encerra tal valor
Que por ele eu vou buscar
Pois ele é tudo que quero encontrar
Esteja onde estiver ou vá onde ele for
Mas talvez ela esteja
Numa estrela ou planeta
Que podemos ver no céu
Numa via láctea ou de mel
Ou numa cauda de um cometa
Diga-me, oh cometa
Que os céus todos conhece
Em que orbe está guardada
A felicidade tão almejada
Antes que aos céus regresse
Talvez a felicidade esteja
Nos olhos de alguém
Que de tão profundos
Guardam as verdades dos mundos
Da Terra, do Céu e além
Diga-me, oh irmão
Se é homem ou mulher
Dos olhos qual é a cor
Se dentro deles mora um amor
Me diga, quem essa pessoa é
Mas talvez a felicidade seja
Algo muito diferente
Um modo de pensar
Um jeito de olhar
Que esteja dentro da gente
Diga-me, oh sábio
Como posso encontrar
Num universo imenso assim
Que vive dentro de mim
A felicidade a brilhar?
Eu gostaria que a felicidade
Fosse algo de comer
Que bastaria se ingerir
Para a alegria fluir
E feliz a gente viver
Ou melhor,
Que fosse uma frase
Que bastasse escutá-la
Ou mesmo pronunciá-la
E a alegria faz-se!
Eu queria que existisse
A eterna felicidade
E todos a tivessem
Enquanto acontecem
A paz e a igualdade
Diga-me que é possível
A felicidade acontecer
Para mim e para todos
Partindo de uns e de outros
E eu acredito em você!
Na realidade, eu num acredito muito não sabe.
Se bem, que eu acredito sim. Mas em algumas condições.
Bem no fundo do mar
Num baú bem trancado
De um navio naufragado
Que os peixes estão a guardar
Digam-me, oh peixinhos
Onde poderei encontrar
Este navio e seus tesouros
Mais valiosos que ouros
Para eu me felicitar?
A felicidade pode estar
No meio de uma floresta
E um grupo de bichos a esconde
E na mata a revelam, onde
Cantam hinos, fazem festa
Contem-me, oh bichinhos
Que rincão encerra tal valor
Que por ele eu vou buscar
Pois ele é tudo que quero encontrar
Esteja onde estiver ou vá onde ele for
Mas talvez ela esteja
Numa estrela ou planeta
Que podemos ver no céu
Numa via láctea ou de mel
Ou numa cauda de um cometa
Diga-me, oh cometa
Que os céus todos conhece
Em que orbe está guardada
A felicidade tão almejada
Antes que aos céus regresse
Talvez a felicidade esteja
Nos olhos de alguém
Que de tão profundos
Guardam as verdades dos mundos
Da Terra, do Céu e além
Diga-me, oh irmão
Se é homem ou mulher
Dos olhos qual é a cor
Se dentro deles mora um amor
Me diga, quem essa pessoa é
Mas talvez a felicidade seja
Algo muito diferente
Um modo de pensar
Um jeito de olhar
Que esteja dentro da gente
Diga-me, oh sábio
Como posso encontrar
Num universo imenso assim
Que vive dentro de mim
A felicidade a brilhar?
Eu gostaria que a felicidade
Fosse algo de comer
Que bastaria se ingerir
Para a alegria fluir
E feliz a gente viver
Ou melhor,
Que fosse uma frase
Que bastasse escutá-la
Ou mesmo pronunciá-la
E a alegria faz-se!
Eu queria que existisse
A eterna felicidade
E todos a tivessem
Enquanto acontecem
A paz e a igualdade
Diga-me que é possível
A felicidade acontecer
Para mim e para todos
Partindo de uns e de outros
E eu acredito em você!
Na realidade, eu num acredito muito não sabe.
Se bem, que eu acredito sim. Mas em algumas condições.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Última Vela
Haverá um dia
Em que só falarei de coisas doces
E tudo parecerá ventura
Como se tudo belo fosse
Olharão para mim
E verão um homem feliz
Que vive tranqüilo
É só coisas boas diz
Tenho muita coisa boa
De verdade, pra contar
Mas é, também, tanta coisa ruim
Que nem dá pra acreditar
O jeito é esquecer
O que de mal há
E tentar esta vida
Levar, completar
Eu vejo alguma luz
Consigo enxergar
Uma vela, lá longe, acesa
Que o vento ainda não conseguiu apagar
As tempestades de vento
Já me tiraram coisa demais
Está na hora de eu controlá-las
De eu fazer os vendavais
Mas tudo, claro
Silenciosamente
Sou correto, não faço mal
Faço o bem somente
O vento vai sair
De explosões do meu peito
E vai fazer tudo aquilo
Que eu quero que seja feito
Mas tudo que eu quero
É como se fosse nada
Quero somente
Seguir minha estrada
Nada de grande demais
Vai acontecer
Eu só quero encontrar
O meu jeito de ser
Se eu tivesse força
Ah se eu tivesse
A única força que eu tenho
É a força da prece
Oro no meu cantinho
Faço meus poemas
Vem-me a inspiração
E resolvo alguns dilemas
Eu estou até tranqüilo
Porque vejo essa chama ao fundo
Que queima gostosamente
E me faz, ao ter nada, ter tudo
Mas não tenho ainda
Nada mais que esperança
Ando com cuidado
Sempre em vigilância
Só peço ao sagrado Vento
Que não me apague esta última vela
Porque a única coisa que me faz feliz
É ter na mão, ainda, ela
Em que só falarei de coisas doces
E tudo parecerá ventura
Como se tudo belo fosse
Olharão para mim
E verão um homem feliz
Que vive tranqüilo
É só coisas boas diz
Tenho muita coisa boa
De verdade, pra contar
Mas é, também, tanta coisa ruim
Que nem dá pra acreditar
O jeito é esquecer
O que de mal há
E tentar esta vida
Levar, completar
Eu vejo alguma luz
Consigo enxergar
Uma vela, lá longe, acesa
Que o vento ainda não conseguiu apagar
As tempestades de vento
Já me tiraram coisa demais
Está na hora de eu controlá-las
De eu fazer os vendavais
Mas tudo, claro
Silenciosamente
Sou correto, não faço mal
Faço o bem somente
O vento vai sair
De explosões do meu peito
E vai fazer tudo aquilo
Que eu quero que seja feito
Mas tudo que eu quero
É como se fosse nada
Quero somente
Seguir minha estrada
Nada de grande demais
Vai acontecer
Eu só quero encontrar
O meu jeito de ser
Se eu tivesse força
Ah se eu tivesse
A única força que eu tenho
É a força da prece
Oro no meu cantinho
Faço meus poemas
Vem-me a inspiração
E resolvo alguns dilemas
Eu estou até tranqüilo
Porque vejo essa chama ao fundo
Que queima gostosamente
E me faz, ao ter nada, ter tudo
Mas não tenho ainda
Nada mais que esperança
Ando com cuidado
Sempre em vigilância
Só peço ao sagrado Vento
Que não me apague esta última vela
Porque a única coisa que me faz feliz
É ter na mão, ainda, ela
Fly to Pluton
I’ll get away
I’ll do the same
As you have done
I’ll fight it out
Without screaming out loud
And I will be gone
To the happy place
To the glorious space
Where the stars shows on
And will have a full smile
That’s what I’ll try, oh
And I call you, come on
Let’s find our happiness
Let’s fly, even wingless
From here out to Pluton
I’ll do the same
As you have done
I’ll fight it out
Without screaming out loud
And I will be gone
To the happy place
To the glorious space
Where the stars shows on
And will have a full smile
That’s what I’ll try, oh
And I call you, come on
Let’s find our happiness
Let’s fly, even wingless
From here out to Pluton
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